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E por falar em luto… (03/11/2014) Na vida, por uma ordem pré-existente, só temos uma única certeza: que um dia iremos morrer.

 

Na vida, por uma ordem pré-existente, só temos uma única certeza: que um dia iremos morrer. Mas o que falar de uma palavra tão incerta, tão sem datas e horários? Existe uma ordem que achamos natural, nascer, crescer, desenvolver, reproduzir, envelhecer e ai então chegamos na hora de partirmos. E o que acontece para quem fica é a dor, a desesperança, a imensa tristeza de alguém que foi e para nós não voltará.

No processo de luto não existe regra nem tempo certo de duração, mas sim uma soma de experiências que vão depender da nossa cultura, ensinamentos e formas de pensar e agir diante das situações. Uma coisa é certa: entraremos em questionamentos, em perguntas muitas vezes sem respostas e a contínua dor que insistirá em nos acompanhar, até então chegarmos à fase em que isso tudo virará saudade!

SAUDADE que nos fará ter a certeza de que tudo foi válido e que o AMOR sempre supera o ADEUS… que o TEMPO é o melhor companheiro para os que vivem e que devemos usar ao nosso favor… e não devemos esquecer jamais, quem faz essa escolha somos NÓS!

O início e o fim terão que andar juntos sempre! Entenda que antes da perda há o ganho e de todo choro o ensinamento. A felicidade é a construção diária de superação dos altos e baixos da nossa história, porque isso sim faz parte do processo natural que chamamos de VIDA!

 

Colaboração: Psicóloga Andrea Caroline Lazzarini

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